Imagino que és a mais bela e mais bonita,
Imagino que sou uma praga maldita.
Armado para a batalha
Que travo contra mim próprio,
A minha cura é o meu ópio,
Que me mantém neste estado psicótico.
Sou uma espécie de protótipo,
Rasgo pedaços de passado,
Nunca chegaram a ser presente.
Mais um grito mudo de socorro,
Mais um sopro sôfrego e eu morro,
Sem provar que ainda sei amar.
Abro a porta da infância e viajo ao futuro,
Levemente levado pelo vento.
Sei que por muito que o meu mundo mude,
Uma coisa é certa neste momento:
Sonha com o futuro…
Com o que desejas, com o que pretendes,
Mas mantêm-te sempre ciente,
Que é do passado que te arrependes!
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