Ouvindo música como um adolescente
É assim que me sento com saudades de chorar,
Acho que me tornei num cubo de gelo,
Falta-me a chama para derretê-lo
Sentado numa cadeira de madeira,
Sinto o relógio do tempo a queimar.
Como um demente impaciente
Que anseia por saber,
Se o julgamento final irá chegar!?
Se irá punir e castigar?
Quem não soube sorrir
E nem mesmo chorar.
Quem é limitado intelectualmente,
Ao pensar que ser culto
É sinónimo de ser inteligente.
Quem consegue acreditar,
Que o poder está nas palavras
E não no poder de as silenciar.
Levanto-me da cadeira
E estendo-me na cama,
Que apaga o fogo que me inflama.
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