8 de março de 2010

O caos num paralelepípedo!

Atiro um paralelepípedo no Oceano vazio,
Espero que se afunde,
Como me afundo no reflexo do teu perfume.
Arranco um bago de uva do sol gelado,
Desejo que o proves,
Como desejo o sabor escaldante do teu corpo.
Apanho uma folha seca da terra impiedosa,
Sonho que voará para a eternidade,
Como eterna será a loucura da liberdade,
Aperto-a na palma da mão,
Como se te prende-se a mim para sempre.

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